Com o advento de instalações, e reabilitações de redes (águas, esgotos, gás, comunicação e etc.) nas últimas duas ou três décadas, encontrou-se um ambiente no subsolo totalmente ocupado por instalações dos mais diversos serviços. O MND veio atender à demanda por técnicas e tecnologias que permitissem instalar novos serviços para reabilitação ou inovação com a melhoria da qualidade dos serviços prestados.
Existem hoje no mundo, em mais de 20 países, associações de tecnologia de MND, capitaneadas pela ISTT - International Society for Trenchless Technology. A ABRATT juntou-se a esse grupo de entidades em 1999 trabalhando na divulgação e suporte a essas tecnologias, em conjunto com Universidades do mundo inteiro, inclusive a Universidade de São Paulo - USP, institutos, como o Instituto OPUS, ajudando na formação de profissionais de todos os níveis. Dispõe hoje de farta biblioteca, acesso a trabalhos e Congressos ao redor do mundo, com viagens técnicas, e uma disponibilidade para ingresso no quadro de associados, nas mais diversas modalidades, permitindo a fácil inclusão do profissional.
O que é o método não destrutivo
O Método Não Destrutivo (MND) é a ciência referente à instalação, reparação e reforma de tubos, dutos e cabos subterrâneos utilizando técnicas que minimizam ou eliminam a necessidade de escavações.
Os Métodos não Destrutivos (MND) (trenchless ou No-DIG) podem reduzir os danos ambientais e os custos sociais e, ao mesmo tempo, representam uma alternativa econômica para os métodos de instalação, reforma e reparo com vala a céu aberto. Vêm sendo vistas cada vez mais como uma atividade de aplicação geral do que como uma especialidade, e muitas empresas de instalação de redes têm uma tendência a aplicar os Métodos Não Destrutivos (MND) sempre que possível, em função dos custos e dos aspectos ambientais e sociais.
Levantamentos precisos e investigações adequadas de campo são essenciais para o sucesso desses métodos, por minimizarem o risco de imprevistos que possam ocorrer durante a execução dos serviços.